Levanta-se mais uma pedra da herança da corja de criminosos!





















Nunca mais chega o dia do bando de criminosos pagar tudo o que fez ao nosso clube!

6 comentários:

Anônimo disse...

Sempre quero ver o que os adoradores da vara Roquetteira vem agora dizer...

Anônimo disse...

Os filhos da puta do ANortedeAlvalade tem aqui um tema interessante para um post.

Anônimo disse...

Tenho inveja do Benfica

Anônimo disse...

Gostava de saber porque razão a Uefa do corrupto do Platini, não investiga o clube do putedo. Onde foram buscar o dinheiro para tanto investimento, depois do 3º lugar no campeonato. E o apito dourado, no passa nada??? Esta merda está totalmente controlada pelos empresários de futebol (Jorge Mendes) e pelos tenebrosos fundos de Investimento. O BdC, "mexeu" com os fundos, e aí está a "resposta" através da Uefa. O Fair Play financeiro é uma merda e uma grande mentira, comparado com a corrupção e compadrio que grassam no futebol.

Anônimo disse...

o sporting tem um longo caminho a percorrer ainda....

Anônimo disse...

Construção do estádio
Benfica "ajudado" em 65 milhões, conclui PJ
Polícia Judiciária acaba de concluir a investigação ao contrato-programa assinado em 2002 pela Câmara de Lisboa, EPUL, Benfica e Sociedade Benfica Estádio SA, concluindo que as formas de apoio acordadas e atribuídas ao clube da Luz para a construção do estádio "consubstanciam verdadeiras comparticipações financeiras, concedidas por instâncias municipais".
A Polícia Judiciária acaba de concluir a investigação ao contrato-programa assinado em 2002 pela Câmara de Lisboa, EPUL, Benfica e Sociedade Benfica Estádio SA, concluindo que as formas de apoio acordadas e atribuídas ao clube da Luz para a construção do estádio "consubstanciam verdadeiras comparticipações financeiras, concedidas por instâncias municipais".

Segundo noticia hoje o "Jornal de Notícias", que cita um relatório da Inspecção-Geral de Finanças que suportou o trabalho da Judiciária, o “contrato contrariou os normativos legais vigentes", por não terem sido quantificados devidamente os encargos das entidades públicas envolvidas em desrespeito pelos princípios da boa gestão dos dinheiros públicos.
O mesmo jornal revela que no contrato-programa firmado antes do Euro 2004, a Câmara e a Assembleia Municipal de Lisboa “instrumentalizaram a EPUL”, que assumiu encargos directos de 18 milhões de euros na prossecução de fins estranhos ao seu objecto social. Montante a que se somam mais 47 milhões, já que o documento assinado permitiu ao Benfica vender um terreno à EPUL e receber outro do município da capital.

Pedro Santana Lopes, que ocupava a presidência da Câmara, não é arguido neste processo, ao contrário do seu “vice” Carmona Rodrigues que é um dos cinco arguidos constituídos durante a investigação. Carmona disse aos investigadores que o processo era tratado directamente por Santana, que inquirido como testemunha reconheceu que as negociações com o clube da Luz para a elaboração do contrato-programa foram conduzidas por si e pelo vice-presidente
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